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31/Aug/2020

Avaliação Psicopedagógica: Quando as crianças apresentam dificuldades nas suas aquisições escolares. 

As dificuldades de aprendizagem não devem ser ignoradas ou encaradas como algo passageiro. Se o seu filho demonstra dificuldadepersistentes na aprendizagem da leitura, escrita, raciocínio numérico, ou ao nível da atenção e irrequietude motora excessiva, procure um profissional para avaliar e identificar o seu perfil de aprendizagem.  

Não espere pelo “clique”, não espere que passe, porque enquanto espera a frustração da criança aumenta, a sua autoestima diminui e a resistência à aprendizagem instala-se.  
A avaliação psicopedagógica é o ponto de partida para identificar as necessidades educativas específicas da criança. As sessões de avaliação vão permitir realizar um levantamento detalhado das dificuldades, que podem estar a provocar o insucesso escolar.  
Mais especificamente, serão avaliados formalmente os diversos aspetos envolvidos na aprendizagem, recorrendo a provas estandardizadas. Assim, a avaliação psicopedagógica contempla a avaliação do desenvolvimento intelectual, das funções atencionaisdo perfil de autorregulação comportamental, assim como a avaliação ao nível dos desempenhos das diferentes aprendizagens como a leitura, escrita e o raciocínio lógico-matemático. Adicionalmente, são também recolhidos dados com recurso a entrevistas semiestruturadas aos pais, professores, bem como a outros técnicos que trabalhem com a criança e ainda possíveis registos de observação.  
Por fim, toda a informação recolhida permitirá identificar as áreas mais fortes e as áreas mais frágeis do perfil cognitivo e de aprendizagem da criança. 
Consequentemente, a interpretação contextualizada desses resultados possibilitará ao técnico especializado elaborar um plano de intervenção individualizado e adequado à criança, no sentido de dar resposta às suas necessidades educativas específicas 
Esta avaliação deve ser feita sempre por um psicólogo especializado na área e, caso a problemática assim o exija, deve existir uma colaboração com outros técnicos (por exemplo, terapia da fala). 

Tem dúvidas sobre este tema, ou outros ligados às aprendizagens, autorregulação comportamental e atencional? Contacte-nosiremos esclarecer todas as suas questões e orientá-lo na melhor direção. 

Escrito por: Dra. Joana Marques
Psicologa Educacional


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19/Jun/2020

Chegou o momento, no teu percurso escolar, em que tens que decidir sobre qual o caminho a seguir. As dúvidas e incertezas surgem sempre quando estamos perante uma tomada de decisão. E como saber qual a decisão certa? É necessário aprofundarmos o nosso autoconhecimento e o conhecimento do meio, pois só assim tomaremos melhores decisões. orientação vocacional foca-se nisso mesmo, desenvolver o conhecimento do próprioexplorando as suas aptidões, interesses e expetativas. Conhece-te melhor, explora alternativas e toma melhores decisões. 

Ao longo de 5 sessões individuais iremos explorar aptidões, interesses e expetativas, desenvolvendo o autoconhecimento. Em colaboração com o técnico especialista, serás capaz de delinear alternativas de percursos vocacionais e profissionais, para que no final possas tomar uma decisão consciente e informada, sobre o próximo passo do teu percurso académico e/ou profissional. 

A orientação vocacional destina-se a jovens do 9º e 12º ano, que se encontram com dúvidas sobre quais as alternativas escolares e profissionais mais adequadas ao seu perfil vocacional. 

Valor: 30€ cada sessão. 

 

Contacte-nos por telefone ou e-mail e faça o seu agendamento com a nossa Psicóloga Educacional Joana Marques. 

Psicologia Educacional – Saiba mais


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23/Dec/2019

A Importância da Sexualidade na Idade Sénior

Com o surgimento da menopausa nas mulheres e da andropausa nos homens, surgem alterações, a nível fisiológico, físico e psicológico que, por vezes, levam a mulher a sentir-se menos atraente, negligenciando assim a sua própria sexualidade.

O mesmo acontece com os homens, que por vezes perdem, a confiança gerando sentimentos de ansiedade e de pouco à vontade. Associados a estes factores, acresce ainda a falta de diálogo, ausência de intimidade física e estímulos, para conversar sobre as questões do sexo.
Muitos de nós temos crenças sobre o envelhecimento que são incorrectas e que têm como base a generalização, a partir da observação de alguns adultos idosos. As pessoas mais velhas são, muitas vezes, rotuladas de insensatas, caducas e assexuadas. Estas, e outras ideias sobre a sexualidade na última fase da vida, resumem-se a três categorias de estereótipos: a cessação da sexualidade com a idade, as influências nefastas que a sexualidade pode ter na saúde e a conotação perversa se as actividades sexuais prevalecerem. As pessoas mais velhas devem abster-se de qualquer forma de expressão sexual, ignorar e suprimir o desejo sexual, porque é doentio, inadequado e nojento. Esta crença acontece, em parte devido, a que nas culturas em que o objetivo do contacto sexual é a reprodução, logo uma mulher que esteja numa fase pós-menopausica é desadequado a mesma estar sexualmente activa. Por outro lado, existe um pressuposto generalizado de que o coito vaginal, é que é considerado como sexo autêntico.
Existem inúmeras vantagens para os idosos se manterem sexualmente activos, como por exemplo: existência de uma maior lentidão de todos os processos, o que proporciona mais tempo de prazer ou a ausência do receio de engravidar. Tudo isto irá levar os idosos a se interessarem por uma sexualidade mais global, envolvendo os afectos e o corpo todo.
As diferenças face ao sexo, entre homens e mulheres existem e podem ser observadas nos hábitos dos portugueses que têm atitudes mais permissivas no que diz respeito à sexualidade masculina e mais conservadoras e repressivas no que diz respeito à sexualidade feminina. A sexualidade da mulher é, nesta faixa etária, dependente da do homem, já que os declínios na sexualidade da mulher devem-se sobretudo, à morte, doença e desinteresse do cônjuge e no homem: à impotência, doença ou à falta de interesse.
Muitas pessoas encaram a intimidade sexual como adequada apenas no contexto do casamento. No entanto, grande parte das pessoas idosas não vive com os cônjuges, considerando o casamento como contexto onde a actividade sexual regular acontece, implica que, por exemplo, com a morte do cônjuge ocorra a cessação da actividade sexual. As mulheres sobrevivem aos seus companheiros, segundo o Instituto Nacional de Estatistica, cerca de quase uma década, ou mais, fruto da discrepância entre a esperança média de vida da mulher e do homem (respectivamente 82 e 76 anos, para a população portuguesa) e do facto das mulheres, em regra, casarem com homens mais velhos. Como consequência destes factores, 40% de mulheres idosas ficam viúvas e vivem sozinhas.
Por razões culturais, a sexualidade feminina depende da do homem, podendo por morte, disfunção ou doença do mesmo, terminar a mulher, a sua actividade sexual. Para aqueles que têm companheiro sexual, a monotonia nas relações, como a previsibilidade das actividades sexuais e a familiaridade com o companheiro, podem contribuir para a perda de desejo sexual. Com o aumento do tempo de relação, a habituação ao companheiro aumenta e a frequência da actividade sexual diminui.
 Observa-se que as pessoas que praticam alguma actividade física apresentam uma maior satisfação com a vida e também uma melhoria nas capacidades funcionais. No mesmo sentido, verifica-se que os idosos que se mantêm sexualmente activos são os mais activos fisicamente e os que praticam exercício físico regularmente. É importante ter em atenção que uma boa forma física é a condição básica para se ter uma boa aparência, uma boa disposição e as reservas físicas necessárias para se aproveitar uma série de interesses de vida, encontrando-se entre estes, a actividade sexual, da qual é retirado maior prazer, se existir uma boa condição física. É fundamental que haja uma promoção da saúde sexual na idade sénior e para isso é muito importante que estas pessoas mantenham uma actividade física regular.
A satisfação com a relação tem também uma importância grande para os idosos, apesar do desejo sexual se preservar nos adultos idosos saudáveis, eles necessitam de um parceiro com quem manter actividade sexual e de uma relação satisfatória, para continuarem a ter desejo. Particularmente na mulher, visto o desejo desta estar mais em conformidade com o contexto relacional. Verifica-se que os níveis de actividade sexual das pessoas idosas estão relacionados com a sua actividade e interesse sexual na juventude, constatando-se que os homens que foram sexualmente activos na juventude e idade adulta tendem a ser sexualmente activos na idade sénior. Por sua vez, as mulheres que tiveram uma actividade sexual regular antes da idade sénior, nesta fase poderão continuar a tê-la com igual prazer.
Na mulher, uma vida sexual activa ao longo da vida, um bom estado de saúde física e mental, e a presença de um parceiro sexual activo e atencioso, são os ingredientes necessários para manter uma boa actividade sexual na idade sénior. Deste modo o desinteresse sexual só é sinal de preocupação se for desencadeador de problemas pessoais ou relacionados com o casal, pois existem idosos que nunca se interessaram significativamente por sexo, sendo esse desinteresse uma continuação do que acontecia na juventude e na fase adulta.
Quanto mais activa sexualmente a pessoa foi ao longo da sua vida, menos declínio vai haver na última fase da sua vida. Assim, uma mulher de 60 anos, sexualmente activa, não apresentará diminuição da lubrificação vaginal e uma mulher pós-menopausica, que tenha pelo menos, três ou mais vezes relações por mês não terá a vagina pequena e atrofiada como uma mulher que não é activa sexualmente. Logo a melhor maneira de garantirmos um funcionamento adequado dos órgãos, será mante-los em actividade, logo os técnicos deveriam prescrever a par com a actividade intelectual a sexual.

Escrito por: Dr. João Maia 
Psicólogo Clinico – Especializado em Sexologia


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23/Apr/2019

As crianças estão sempre prontas para aprender

“As crianças estão sempre prontas para aprender – é só uma questão do que vão aprender, como vão aprender, e em que contexto vão aprender.” Carlton & Winston (1999)

A avaliação dos pré requisitos para a entrada no 1º. ano de escolaridade está inserida nos rastreios pré escolares habitualmente recomendados e  destina-se a todas as crianças entre os 5 e os 6 anos. Tem como objetivo apurar a aptidão cognitiva, comportamental e socio- emocional da criança para ingressar no 1º. ano do ensino básico, bem como o despiste de dificuldades que possam comprometer a aprendizagem. Deverá ser realizada com antecedência de modo a permitir a intervenção de acordo com as dificuldades apresentadas ou eventualmente se apresentarem dificuldades relevantes, os pais poderem optar pelo pedido de adiamento escolar. Idealmente, deverá ser realizada durante o ano lectivo anterior á entrada para o 1ºano.
A intervenção realizada neste âmbito pelos técnicos do Monte Belo Saúde, Consultórios, Terapeuta da Fala, Psicóloga Infantil e Psicóloga Educacional vai no sentido de, uma vez conhecidas as dificuldades, educar e potenciar aprendizagens que conduzam a uma transição com o maior sucesso possível. A avaliação visa, não só o levantamento das dificuldades, mas o mais importante: estimulação das competências das crianças, permitindo uma transição adequada a cada caso.
Os objectivos acima descritos estão de acordo com um estudo realizado por Monteiro, J. A Prontidão Escolar de Crianças em Transição para o 1º Ciclo – Crenças de Pais e Professores, na qual conclui que “ (…) fará mais sentido uma avaliação de caráter funcional, compreensivo, em que se avalie com o objetivo de estimular e ajudar, e não de rotular e dicotomizar enquanto “pronto/não pronto”.
A nossa meta, para além de tranquilizar os pais face às suas dúvidas, apurar ligeiras dificuldades ou grandes perturbações e de acordo com as conclusões de estudos efectuados é também.

 “ educar para a mudança e  promover uma melhor adaptação, contemplando todas as dimensões que se verifique serem necessárias: física, académica, social, emocional, entre outras.” (  Monteiro, J.,  2012)

Se identifica alguma destas situações. Fale connosco.

Psicologia infantil  |  Terapia da Fala  |  Artigo

Escrito por: Drª. Emília Lucas


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08/Apr/2019

A Psicologia Educacional é o ramo da Psicologia que se dedica à compreensão e intervenção nos processos de ensino-aprendizagem.
A aprendizagem é um processo contínuo, um percurso que iniciamos desde o nascimento e desenvolvemos ao longo da nossa vida. Assim, o Psicólogo Educacional intervém em vários contextos educativos e com populações com idades distintas. O seu papel assenta em quatro eixos estruturais: prevenção, avaliação, intervenção e investigação. De um modo geral atua para potenciar a aprendizagem e na atenuação ou eliminação das barreias ao processo de aprendizagem. Intervém a nível individual, grupal, institucional ou comunitário, nas seguintes situações:
• Em casos de insucesso escolar (em situações pontuais ou prolongadas);
• Promove métodos e estratégias de estudo regulares e eficazes;
• Avalia e intervém nas dificuldades de aprendizagem específicas;
• Promove estratégias que potenciem o desenvolvimento cognitivo, como a atenção, memoria, percepção, raciocínio e o desenvolvimento afectivo e social (autonomia, personalidade e comportamento);
• Promove programas de desenvolvimento vocacional (escolar e profissional);
• Intervém com as famílias no desenvolvimento de programas de competências parentais, na partilha de informação, sensibilização e treino de competências;
• Desenvolve programas de formação de docentes de forma a clarificar problemáticas específicas e intervir numa lógica de prevenção.

Se identifica alguma destas situações, o Psicólogo Educacional pode ajudar. Fale connosco.

Escrito por: Drª. Susana Sardinha

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