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23/Apr/2019

As crianças estão sempre prontas para aprender

“As crianças estão sempre prontas para aprender – é só uma questão do que vão aprender, como vão aprender, e em que contexto vão aprender.” Carlton & Winston (1999)

A avaliação dos pré requisitos para a entrada no 1º. ano de escolaridade está inserida nos rastreios pré escolares habitualmente recomendados e  destina-se a todas as crianças entre os 5 e os 6 anos. Tem como objetivo apurar a aptidão cognitiva, comportamental e socio- emocional da criança para ingressar no 1º. ano do ensino básico, bem como o despiste de dificuldades que possam comprometer a aprendizagem. Deverá ser realizada com antecedência de modo a permitir a intervenção de acordo com as dificuldades apresentadas ou eventualmente se apresentarem dificuldades relevantes, os pais poderem optar pelo pedido de adiamento escolar. Idealmente, deverá ser realizada durante o ano lectivo anterior á entrada para o 1ºano.
A intervenção realizada neste âmbito pelos técnicos do Monte Belo Saúde, Consultórios, Terapeuta da Fala, Psicóloga Infantil e Psicóloga Educacional vai no sentido de, uma vez conhecidas as dificuldades, educar e potenciar aprendizagens que conduzam a uma transição com o maior sucesso possível. A avaliação visa, não só o levantamento das dificuldades, mas o mais importante: estimulação das competências das crianças, permitindo uma transição adequada a cada caso.
Os objectivos acima descritos estão de acordo com um estudo realizado por Monteiro, J. A Prontidão Escolar de Crianças em Transição para o 1º Ciclo – Crenças de Pais e Professores, na qual conclui que “ (…) fará mais sentido uma avaliação de caráter funcional, compreensivo, em que se avalie com o objetivo de estimular e ajudar, e não de rotular e dicotomizar enquanto “pronto/não pronto”.
A nossa meta, para além de tranquilizar os pais face às suas dúvidas, apurar ligeiras dificuldades ou grandes perturbações e de acordo com as conclusões de estudos efectuados é também.

 “ educar para a mudança e  promover uma melhor adaptação, contemplando todas as dimensões que se verifique serem necessárias: física, académica, social, emocional, entre outras.” (  Monteiro, J.,  2012)

Se identifica alguma destas situações. Fale connosco.

Psicologia infantil  |  Terapia da Fala  |  Artigo

Escrito por: Drª. Emília Lucas


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08/Apr/2019

A Psicologia Educacional é o ramo da Psicologia que se dedica à compreensão e intervenção nos processos de ensino-aprendizagem.
A aprendizagem é um processo contínuo, um percurso que iniciamos desde o nascimento e desenvolvemos ao longo da nossa vida. Assim, o Psicólogo Educacional intervém em vários contextos educativos e com populações com idades distintas. O seu papel assenta em quatro eixos estruturais: prevenção, avaliação, intervenção e investigação. De um modo geral atua para potenciar a aprendizagem e na atenuação ou eliminação das barreias ao processo de aprendizagem. Intervém a nível individual, grupal, institucional ou comunitário, nas seguintes situações:
• Em casos de insucesso escolar (em situações pontuais ou prolongadas);
• Promove métodos e estratégias de estudo regulares e eficazes;
• Avalia e intervém nas dificuldades de aprendizagem específicas;
• Promove estratégias que potenciem o desenvolvimento cognitivo, como a atenção, memoria, percepção, raciocínio e o desenvolvimento afectivo e social (autonomia, personalidade e comportamento);
• Promove programas de desenvolvimento vocacional (escolar e profissional);
• Intervém com as famílias no desenvolvimento de programas de competências parentais, na partilha de informação, sensibilização e treino de competências;
• Desenvolve programas de formação de docentes de forma a clarificar problemáticas específicas e intervir numa lógica de prevenção.

Se identifica alguma destas situações, o Psicólogo Educacional pode ajudar. Fale connosco.

Escrito por: Drª. Susana Sardinha

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08/Apr/2019

A Unidade de Psicologia Clínica do Centro Hospitalar Universitário de Coimbra realizou, de 20 a 22 de março de 2019, as suas 2ªs Jornadas. Este evento permitiu a divulgação da ciência relevante e a formação específica e especializada, profissional e competente dos profissionais de saúde ligados à área da Psicologia.
O primeiro dia foi dedicado inteiramente à realização de dois workshops, Psicofarmacologia para psicólogos e Intervenção cognitivo- comportamental em jovens com problemas de comportamento. Nos dois dias seguintes o programa desenvolveu -se em torno de grandes temáticas, proporcionando o debate do exercício das diversas especialidades em vários contextos.


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03/Apr/2019

A neuropsicologia estuda a relação entre o cérebro e a cognição e comportamento. As funções cognitivas, memória, orientação, linguagem e todas as que nos permitem funcionar no nosso dia-a-dia, alteram-se perante lesões ou doenças cerebrais, tais como as demências degenerativas (p.ex. Doença de Alzheimer).

Para se conhecer a gravidade dessas alterações é imperativo realizar uma avaliação neuropsicológica, que caracteriza as funções alteradas e mantidas e a gravidade dessa alteração (perfil neuropsicológico). Este perfil é importante para a decisão médica sobre a terapêutica farmacológica, para os familiares compreenderem os défices e o comportamento do doente e para a informação ao próprio doente, sendo indispensável para um programa terapêutico não-medicamentoso (reabilitação/ estimulação cognitiva) adequado ao doente. A colaboração entre médicos e psicólogos (neuropsicólogos) é fundamental para a compreensão dos casos e para a definição da intervenção. O objectivo da intervenção (farmacológica e não-farmacológica) é o de tornar a evolução mais lenta e permitir maior autonomia e independência, dando uma melhor qualidade de vida.

Na literatura encontramos resultados díspares referentes à eficácia da estimulação cognitiva, porque não existem estudos que comparem grupos de doentes com e sem intervenção e a metodologia de intervenção não é claramente definida. Em casos de suspeita de demência é fundamental que a estimulação se inicie numa fase precoce, de «Defeito Cognitivo Ligeiro» (DCL), pois o doente poderá aprender e desenvolver estratégias que serão úteis em fases avançadas. A junção dos dois tipos de intervenção, medicamentosa e cognitiva, será a metodologia ideal para um melhor resultado.

Em doentes com demência, as melhorias conseguidas são temporárias, pois as alterações das áreas cerebrais que suportam as funções cognitivas são progressivas e os resultados de qualquer intervenção terapêutica serão cada vez menos eficazes, o que não significa que a intervenção não seja necessária, mas é importante sabermos as limitações e que existem questões por responder (tempo de duração da intervenção e por quanto tempo se mantêm os resultados). Estas questões, colocadas pelos doentes e familiares, não têm uma reposta directa, pois cada caso responde de forma diferente e apresenta um perfil evolutivo diferente.

O neuropsicólogo deverá selecionar os casos que podem beneficiar da intervenção e a metodologia de intervenção mais adequada, a partir do perfil da avaliação neuropsicológica. Na fase de DCL a intervenção é, geralmente, individualizada, permitindo ajustes a programas pré-definidos, mas nas situações de demência em fase moderada/avançada a intervenção mais frequente usa metodologia de grupo. O desenho do programa de intervenção deverá ser explicado ao doente e aos familiares.

As sessões de estimulação cognitiva são realizadas duas a três vezes por semana, com duração de 60 minutos. Ensinar a usar uma agenda, onde marque tarefas diárias e factos a recordar é, geralmente, requerido aos doentes. A duração total da intervenção é variável (três, seis ou mais meses). O doente deverá realizar avaliações neuropsicológicas ao longo do programa de intervenção, para análise da evolução e reformulação do programa de intervenção.

Os programas de estimulação incidem, principalmente, na memória, pois é das primeiras capacidades alteradas nos processos demenciais. A memória permite registar e recordar informação, prever acontecimentos e não esquecer o que temos para realizar no futuro. A memória é uma capacidade constituída por vários processos, que regula o nosso pensamento e constitui a nossa individualidade. Nem todos os processos mnésicos ficam alterados no início da demência, o que leva à perplexidade dos familiares ?como é que ele não se lembra do que lhe disse há momentos atrás e depois lembra-se, melhor do que eu, das coisas da infância??; isto significa que a memória não é um sistema unitário, mas formada por diversos sistemas, em que alguns estão alterados e outros intactos, sendo possível utilizar os intactos ou pouco alterados no processo de estimulação.

Será importante referir que, nem todos os défices de memória correspondem a demência e, nem todas as demências se iniciam por défice mnésico. Há casos de demência que se iniciam por dificuldades de linguagem, por dificuldades em programar movimentos ou por modificações de comportamento (diminuição da iniciativa ou desinibição). Todas estas modificações terão impacto no desempenho funcional da vida diária, pelo que a estimulação cognitiva tem como objectivo principal a melhoria da funcionalidade.

Na revisão da literatura, os estudos de eficácia da reabilitação cognitiva em doentes com «Demência» ou com «Defeito Cognitivo Ligeiro», variam entre a opinião de que a reabilitação cognitiva tem um efeito realmente positivo no funcionamento cognitivo (Tsolaki M, 2011; Spector A, et al. 2003; Gatz M, et al 1998) ou que terá um efeito apenas marginal. Actualmente, o enfoque da reabilitação cognitiva, centra-se nos casos com «Defeito Cognitivo Ligeiro» (fase muito inicial de demência), com resultados demonstrando que, quando a intervenção se inicia nesta fase, se obtêm benefícios em capacidades específicas, no humor e na funcionalidade.

A intervenção em doentes com ?DCL? pode ainda ajudar a lidar melhor com a incerteza do futuro e a aceitar a situação (Joosten-Weyn Banningh LW, 2011). Numa revisão sistemática da literatura sobre eficácia, com 15 programas de intervenção (de grupo ou individuais) em doentes com ?DCL?, encontram-se melhorias estatisticamente significativas em 44% de medidas de memória, 12% de outras medidas cognitivas e em 49% de medidas de qualidade de vida e de humor (Jean L et al, 2010).

Apesar dos resultados mais recentes serem indicadores de benefício cognitivo e funcional para doentes em situação de possível evolução para demência, é necessário, numa perspectiva de investigação e clínica, melhorar a metodologia da intervenção, usando desenhos experimentais mais robustos e medidas de eficácia, de funcionalidade, de humor e de qualidade de vida, padronizadas e validadas para as populações em estudo.

Informação útil

Escrito por: Dra. Manuela Guerreiro
Psicóloga (Neuropsicologia) / Investigadora - Faculdade de Medicina de Lisboa
Membro da Comissão Científica da Alzheimer Portugal


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08/Mar/2019

“Nos últimos anos, vários estudos de investigação têm tentado responder a esta questão. Á medida que se sucedem várias investigações, verifica-se que a combinação da abordagem farmacológica com a estimulação cognitiva em pessoas com demência apresenta ganhos no retardar da evolução da doença e na melhoria da qualidade de vida dos doentes e seus familiares” 
Sofia Neves ( 2017)

Programa de  em grupo

Campo de acção:

O programa de estimulação incide, principalmente, na memória, pois é das primeiras capacidades alteradas nos processos de envelhecimento e demência. No entanto, porque outros deficits são importantes e por vezes lhes estão associados, intervém também na atenção, na linguagem, na capacidade viso-espacial e na associação de ideias. É preciso estimular a pessoa a estar atenta ao que vê, ao que ouve e a reter a informação na sua globalidade.

 

Objetivos:

As perturbações cognitivas têm impacto no desempenho da vida diária, pelo que a estimulação cognitiva tem como objetivo principal promover a funcionalidade e autonomia nos seus destinatários. Por se tratar da aplicação de um programa em grupo este permite, secundariamente, a partilha de estratégias mais adaptativas e proporciona a facilitação de momentos de convívio.

 

Destinatários:

O programa de estimulação cognitiva destina-se a um grupo de pessoas que experienciam alguma dificuldade ou perda cognitiva, que possa estar a interferir com o funcionamento diário, como por exemplo, problemas com a memória.

 

Avaliação e selecção:estimulação 

O programa de estimulação cognitiva envolve um contexto amplo de intervenção que é desenhado a partir de um protocolo de avaliação. Indispensável para o desenvolvimento do programa, a avaliação incluí instrumentos específicos que nos ajudam a identificar os deficits e as capacidades preservadas do doente, sendo aplicada no início e final do programa. Esta avaliação permite, ainda, selecionar os elementos do grupo a beneficiar do programa. Este deve ser mais homogéneo possível nos deficits apresentados.
Excluem-se elementos que apresentem humor gravemente deprimido/ ansioso e síndromes demenciais graves.

 

Calendarização

Inicio: Abril 2019
Dias: Sábados das 14 às 15:30
Número de sessões: 20
Número de participantes por programa: 6
Valor de cada sessão por participante: 15 Euros
Local: Rua Mouzinho de Albuquerque nº 1 A  – 2910-710 Setúbal (Monte Belo Norte)
Organização:  Monte Belo Saúde, Consultórios
Não espere mais! Inscreva-se

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25/Feb/2019

O pavimento pélvico (períneo) é constituído por um conjunto de músculos e ligamentos que fecham a cavidade abdominal na sua porção inferior (entre as pernas). Tem a função de manter os órgãos pélvicos (bexiga, próstata, uretra, útero, vagina e reto) na posição adequada. É como se fosse o “chão da nossa casa” (soalho pélvico) em que o tecto é o diafragma (musculo respiratório que divide a cavidade torácica da abdominal) e as paredes, os músculos do nosso tronco inferior (abdómen e coluna/costas).

Estes músculos do pavimento pélvico, entrelaçados entre si, formam uma “taça muscular” na base da nossa bacia. Essa taça muscular imaginária estaria suspensa no osso do sacro (onde termina a coluna vertebral), na sínfise púbica (região anterior) e nos ossos ilíacos. Sobre esta taça muscular (que fecha a bacia por baixo) estão os órgãos pélvicos. Ao contrário de uma taça estática, o nosso pavimento pélvico não é rígido, até certo ponto é dinâmico, adaptando-se ao nosso movimento, mudanças posturais, etc.. , mantendo uma tensão adequada que suporta a bexiga, o útero e o recto dentro da bacia. Quando o pavimento pélvico enfraquece, as estruturas que suporta descem e, portanto, a sua função altera-se.

Um pavimento pélvico debilitado pode causar perdas de urina, desconforto, prolapso (queda dos órgãos intra-abdominais), dores lombares e mesmo disfunções sexuais. Se tiver algum destes sintomas consulte o seu médico para avaliar em que estado se encontram os órgãos e um fisioterapeuta que avalie a sua musculatura pélvica.

Sabia que……

…. antes de fortalecer os seus abdominais deveria de fortalecer os músculos do pavimento pélvico (MPP)?

… que há protocolos de exercícios específicos para os MPP?

… o Fisioterapeuta é o PT que estabelece o plano de exercícios adequados aos músculos do seu PP?

… se souber controlar os movimentos dos MPP e fortalecê-los, consegue dar e ter mais prazer e ao mesmo tempo prevenir a incontinência urinária (IU), a incontinência fecal (IF) e/ou outras disfunções do PP?

… a IU e/ou IF não é só uma condição que afeta os idosos

a IU é mais comum nos idosos, mas não é normal

… A IU não afeta só as mulheres, na realidade, em Portugal estima-se que por cada três mulheres há um homem com IU

… grande percentagem de jovens e adultos desportistas sofre de IU e/ou IF

… um grande número de casos de IU/IF é devido a fraqueza dos músculos do pavimento pélvico (MPP)

….se todos nós fossemos educados/treinados, desde crianças, a coordenar os movimentos de contração/relaxamento dos MPP, tal como somos educados a lavar os dentes, mais de 60% dos casos de disfunções dos MPP seriam evitados.

….após o parto pode e deve fortalecer os MPP e só depois de eles estarem bem fortes é que pode ir fazer determinados exercícios tais como abdominais, agachamentos, corrida, saltos, etc..

….grande parte das dores e disfunções na região do períneo/pavimento pélvico podem e devem ser tratadas.

… pessoas que sofrem de tosse crónica, obstipação, obesidade e/ou praticam desportos de impacto (saltos, corrida, levantamento de pesos, step, cross-fit, etc), se não tiverem um bom pavimento pélvico podem vir a sofrer de IU ou IF.

… os homens operados à próstata devem fazer precocemente fisioterapia aos MPP para prevenir e/ou tratar uma futura IU/IF e/ou disfunção eréctil

… quem tem prolapso da bexiga, útero ou intestino pode e deve fazer fisioterapia aos MPP, quer venha ou não a necessitar de cirurgia.

Qual ou quais a(s) soluçõe(s) para o tratamento das disfunções do pavimento pélvico, quer sejam elas a dor pélvica, incontinência urinária, fecal ou de gases?

Em 1º lugar deve procurar a ajuda dum médico da especialidade, adequado ao seu problema (Urologista, Ginecologista ou Gastroenterologista) e de um fisioterapeuta especialista na área das disfunções do PP, estes profissionais poderão ajudar no diagnóstico da sua condição e ao mesmo tempo tratar e/ou aconselhar determinados exames ou outros profissionais.

Uma equipa multidisciplinar é essencial para o ajudar, mas você é o principal agente de mudança para que consiga tratar e resolver o seu problema. Assim, torna-se imprescindível que mude os seus hábitos de vida (alimentação/exercício), deixe de fumar, diminua o seu índice de massa gorda, não tenha obstipação, nem tosse crónica, não salte, pule ou corra (pelo menos enquanto os MPP não estiverem fortes) e ACIMA DE TUDO: APRENDA OS EXERCÍCIOS que o seu Fisioterapeuta lhe irá ensinar e treinar consigo e REALIZE-OS DIÁRIAMENTE, PARA O RESTO DA VIDA!

Se sofre de alguma disfunção do pavimento pélvico o “MBS – Monte Belo saúde consultórios”, pode ajudar a resolver o seu problema. Temos ao dispor um conjunto de profissionais e técnicas especificas de intervenção que, com a sua colaboração, podem ajudar a resolver a sua situação.

Escrito por:

Helena Murta

Fisioterapeuta, Mestrada em Exercício e Saúde

CHS EPE - Hospital de S. Bernardo

Escola Superior de Saúde - Instituto Politécnico de Setúbal

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27/Dec/2018

Esta especialidade está vocacionada para o estudo, avaliação e tratamento das perturbações emocionais e do comportamento na infância e adolescência  de modo a promover um desenvolvimento psicoafectivo ajustado. Nem sempre, apenas,   perante patologias mais graves esta especialidade intervém. Nas dificuldades de socialização, tristeza, ansiedade e perturbações decorrentes de acontecimentos de vida tais como separações e divórcios ou morte de familiares o apoio de pedopsiquiatra pode fazer a diferença, muitas vezes em articulação com a psicologia infantil. Existem outras situações mais complexas, nomeadamente, perturbações de déficit de atenção e hiperatividade, do espectro autista ou perturbações alimentares onde este recurso se torna, por vezes imperativo.


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27/Dec/2018

A obesidade acarreta múltiplos problemas de ordem  física e   emocional. Na maioria dos casos perder peso não é difícil, o apoio nutricional desde que efectuado por profissionais competentes e  responsáveis costuma resultar positivamente. O maior problema reside na manutenção do peso. Este aspecto requer motivação para a mudança e adopção de um  estilo de vida saudável.  A maioria das dietas não preenche esse requisito. A perda ponderal intensa e rápida é conseguida à custa de dietas não saudáveis, recurso a fármacos ou outros produtos que resultam no imediato mas não sustentáveis a longo prazo. Neste aspecto o papel do psicólogo como elemento motivador para a mudança comportamental complementa o trabalho do nutricionista. O resultado é um indivíduo   mais magro  mas acima de tudo mais saudável física e emocionalmente.   No nosso espaço dispomos de nutricionista competente e responsável, ex atleta, com experiência na área da nutrição clinica e do desporto.


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27/Dec/2018

A Cirurgia Bariátrica refere -se a uma das áreas da cirurgia que através de um conjunto de técnicas e de saberes científicos tratam a  obesidade e outras doenças relacionadas. No processo da cirurgia bariátrica a psicologia, tem o papel de avaliar e ajudar o doente a gerir  as condições emocionais para passar por esse procedimento, bem como todas as transformações pelas quais passará após a cirurgia. O papel do psicólogo é fazer com que o indivíduo tome consciência da necessidade de  mudanças de hábitos, costumes, atividades e comportamentos. É importante a continuidade do acompanhamento psicológico após a cirurgia para que o doente possa estruturar as suas expectativas, ansiedades e consolidar as  mudanças no seu estilo de vida.


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